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O que é mito ou verdade numa relação conjugal?

Um casamento perfeito não tem conflitos? Uma relação não sobrevive, há um parceiro com defeitos? Para dar certo um casamento um dos dois parceiros deve mudar?

Estes são mitos freqüentes que todos acompanham no dia-a-dia, principalmente os terapeutas de casal e família. Mas afinal, qual o segredo do sucesso de um casamento? Será que existem regras para um relacionamento ser bem-sucedido?

De acordo com as terapeutas de casal e família, Noemy Dehnhardt e Dolores B. Bordignon, o primeiro ponto a se pensar é que não funciona usar lógica nas emoções de amor. Alguns autores destacam dentre os muitos mitos que chegam nos consultórios, por exemplo, a idéia de que não estão bem porque não são parecidos e deveriam ver as coisas pelos olhos um do outro; que um grande relacionamento depende de um grande romance e que os mapas do amor são ou deveriam ser iguais (o que cada um pensa sobre o que é o amor ou amar). As terapeutas afirmam que assim como não existe casal perfeito, não existe uma relação perfeita. São pessoas, seres humanos, feitos de carne e osso, que buscam viver uma relação com base no amor, respeito mútuo, entre outros.

Dolores e Noemy garantem que o amor considerado a essência que contém intimidade, carinho, cumplicidade e companheirismo visto numa forma de amizade íntima, é fundamental. Já doses “generosas” de senso de humor são recomendadas, pois aprender a rir de si mesmo e rir junto com o parceiro diante das atrapalhadas da vida, areja a relação; conversar e, principalmente, conservar a sensação de que os assuntos nunca acabam; a tolerância e a flexibilidade funcionam numa receita como a “dica” sobre a temperatura ideal numa relação. Ambas são muito importantes nas épocas de crise, onde o tato e o cuidado com os sentimentos do outro é fundamental. O sexo dispensa comentários, pois é a forma de “temperar” o casamento com aquelas especiarias que só os amantes sabem misturar.

Numa receita bem sucedida, também compartilhar é indispensável. Não apenas o “bem-bom”, que é sem dúvida delicioso, mas, sobretudo, dividir as “batatas quentes” da vida, colaborando para que nenhum dos dois se sobrecarregue.





Texto de Eliana Camejo – Jornalista


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