Prof. Carlos Rosa

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O sucesso sem limites I

 

 
Assim como nas histórias de antigamente, esta também começa com: Era uma vez...
É... Era uma vez um rapaz muito pobre que vivia no interior do Brasil, num determinado Estado, em uma cidade qualquer.
Apesar de ter energia elétrica e telefone comunitário na referida cidade, somente alguns habitantes privilegiados possuíam televisão e aparelho de som e, assim, quase a maioria da população vivia sem saber o que se passava pelo país e pelo mundo, pois também não existia qualquer jornal ou revista circulando na cidade, o que também era quase dispensável, pois a maioria dos habitantes era completamente analfabeta.
O nosso “herói”, que a partir de agora chamaremos simplesmente de “H”, não era exceção e mal e mal sabia escrever, ou melhor, desenhar o nome, apesar de já ter 17 anos.
O pai, empregado numa fazenda, a mãe cuidando dos filhos, cujo mais velho era o nosso “H”, levavam uma vida cheia de dificuldades, como só acontece a esse tipo de gente em nossa querida e amada pátria.
O nosso “H” era um jovem robusto (é inexplicável para a ciência como seres humanos vivendo sem o menor conforto e sem alimentação adequada, possam ser dotados de físicos hercúleos, por este abençoado país afora), cabelos castanhos claros, olhos de igual tonalidade, 1,75 m de altura, calado e observador, virtude esta dada a poucos e que devia ser pelo menos tentada pela maioria da nossa população.
Certa vez, quando o nosso personagem tinha apenas 14 anos, aconteceu algo que iria trans-formar sua vida: na fazenda que trabalhava com o pai e dois irmãos menores; 10 e 12 anos (“H” começou a trabalhar na roça aos 5 anos), foi dado um grande almoço para algumas pessoas que ele nunca tinha visto, mas que com certeza eram muito importantes, pois seu patrão não economizava elogios nem gentilezas aos visitantes, especialmente a um determinado, que todos cumprimentavam e viviam a dar “tapinhas nas costas” do dito cujo.
Mais tarde ficou sabendo que aquele homem era candidato a um cargo eletivo e viera na região tentar obter votos para a sua candidatura.
Claro está que “H” não fora convidado para o banquete, mas ajudou da forma que pôde na elaboração do almoço festivo.

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Texto de Prof. Carlos Rosa


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