Elisabet Monogios

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A radiestesia aplicada no diagnóstico e tratamento pela cromoterapia

A Radiestesia, ou seja, a utilização de uma varinha ou de um pêndulo, é uma ciência muito antiga, tendo sido usada há milhares de anos na Índia, na China, no Egito, na Babilônia, pelos Maias na América do Sul e outros povos. Naqueles tempos a varinha ou forquilha servia principalmente para detectar veios de água ou de minerais.
Esta ciência, ou este conhecimento ficou no obscurantismo por muito tempo, até que na idade média, por volta do século XV, alguns monges começaram a descrever as suas experiências com estas "varinhas mágicas" e com o pêndulo. Mesmo assim ela foi por muito tempo considerada como mero esoterismo.
No século XX o mais ilustre cientista a investigar os princípios físicos da Radiestesia para diagnóstico e cura, é o Prêmio Nobel Alexis Carrel, do Instituto Rockefeller quando ele proclama abertamente: "O médico precisa detectar em cada paciente as características da sua individualidade, a sua resistência às causas das enfermidades, sua sensibilidade à dor, o estado de todas suas funções orgânicas, o seu passado bem como seu futuro. Ele deve manter o espírito aberto e livre para certos métodos não ortodoxos de investigação. Ele deve lembrar-se, nestes casos, de que a radiestesia é digna da mais séria consideração".
A Radiestesia tem por base a captação da radiação ou irradiação da propagação de energia através de qualquer meio ou no vácuo. Como todo organismo vivo está envolto numa rede de energia (aura) ele é passível de captar toda sorte de energia, boa ou má. Na física a irradiação da energia se processa por meio de emissão de ondas. A velocidade de uma onda varia de acordo com o meio no qual se propaga e com sua própria natureza, sendo que cada onda específica tem também uma freqüência oscilatória própria. A luz, por exemplo, se propaga a 300.000 km/seg. e, no vácuo, o som se propaga a 340 m/seg.
A Radiestesia funciona por ressonância bioelétrica e pode ser explicada da seguinte forma: Se colocarmos um pêndulo em contato com um corpo vivo formado por um conjunto de células, as quais, podemos considerar como minúsculas baterias que emitem uma corrente bioelétrica, criamos um campo bioelétrico com uma vibração característica. O pêndulo, neste caso amplifica essas vibrações com a finalidade de torná-las visíveis para nós através de seus movimentos rotacionais e suas oscilações, que podem ser no sentido horário, anti-horário ou em linha reta. A interpretação destes movimentos rotatórios depende de como o radiestesista se programou.


O uso da Radiestesia na Cromoterapia

Sabemos pela física que o espectro das cores visíveis ao olho humano representa apenas uma faixa estreita do espectro elétromagnético global, denominada "escala cromática", cujos diferentes comprimentos de ondas e suas freqüências são medidos em Angström (um décimo milionésimo de milímetro) ou Nanômetros. As cores da escala cromática começam com o vermelho, passando pelo laranja, amarelo, verde, azul claro, azul anil e terminando com a cor violeta, cada uma com sua onda, freqüência e vibração específica, sendo que as cores, vermelho, laranja e amarelo são cores quentes, energéticas, a cor verde é neutra e as cores azul claro, azul anil e violeta são cores frias, calmantes.
Como vimos pela radiestesia todo corpo, animado ou inanimado, emite suas freqüências radiestésicas características daquele corpo, pelo fenômeno de ressonância. Podemos dizer que um indivíduo está com uma vibração corporal igual à vibração de uma determinada cor. Em outras palavras, podemos dizer que aquele indivíduo, animal ou planta, etc. está com seu campo energético vibrando na mesma freqüência desta ou daquela cor.
As cores são absorvidas pelo nosso organismo principalmente pela retina, sendo transmitidas por impulsos bioelétricos ao nosso cérebro através do nervo ótico (absorção retinial). Por outro lado as nossas células, ou conjunto de células que comprovadamente emitem luz, são também passíveis de receber luz.
A radiestesia utiliza todas as cores do espectro, inclusive as invisíveis como ultravioleta, infravermelho e raio laser, etc. Através da radiestesia podemos determinar quais são as cores que têm maior influência positiva, as que são neutras e as que têm influência negativa para as pessoas, sendo que neste caso o corpo dessa pessoa aceita ou rejeita uma ou mais cores.
As várias formas de se valer da cromoterapia após o diagnóstico radiestésico são:
No vestiário - usando a cor apropriada para este ou aquele momento da nossa vida.
Na alimentação - muito importante para certas disfunções como diabete, obesidade e anorexia.
No nosso ambiente - que deve ser de acordo com o nosso temperamento, isto é, relaxante ou estimulante, inclusive a iluminação;
Na meditação - mentalizando aquela cor que estamos precisando naquele momento;
Nos chacras em deficiência ou em desarmonia - colocando pedras ou panos de algodão com a cor apropriada.
Água colorida - tomar goles de água de fonte, solarizada, entre as refeições em garrafas coloridas expostas à luz solar por 12 horas (sempre de acordo com a cor necessária).
Utilização de focos grandes de luz em certas áreas do corpo, de acordo com a zona ou órgão a ser tonificado ou acalmado (isto após indicação do terapeuta habilitado);
Conclusão - A Radiestesia é uma ciência que, através de pesquisas científicas, foi e está sendo pesquisada e comprovada pelo mundo afora. Este pequeno ensaio sobre a Radiestesia e a Cromoterapia é somente uma ínfima parte do estudo das energias, boas ou maléficas, às quais estamos expostos diariamente.





Elisabeth Eva Monogios - Cromoterapeuta e Terapeuta Holística - (11) 3836-7968


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