Alfagenia

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Alfagenia na justiça

Algum tempo atrás fui convidado para ministrar um curso de Alfagenia, na cidade de Juiz de Fora - Minas Gerais, por um amigo, o escrivão da delegacia daquela cidade, e no dia aprazado lá compareci, perante grande público selecionado expus o assunto que ensino, Alfagenia.
No término do curso fui procurado para tentar solucionar um crime monstruoso que ocorreu dois anos antes, ou seja, a morte de uma estudante da Universidade, em seu apartamento na rua Barbosa Lima e  até aquela data a polícia local não havia  encontrado nenhum suspeito.
Procurei uma pessoa para levá-la ao transe e em seguida informei-me da data e do endereço onde a vítima foi encontrada.
Iniciei a indução. Com o paciente em transe levei-o para a residência da vítima e mandei-o estar lá ao meio dia do dia do crime.
Passando as horas para frente, quando às 16 horas aconteceu o que passo a descrever.
A campainha tocou e a moça foi atender, conversou com a pessoa e quis fechar a porta no que foi impedida e logo em seguida foi agarrada e machucada. Quando disse que ia dar parte à polícia, foi arrastada para a cozinha e lá com uma faca o indivíduo a esfaqueou por dezesseis vezes e o paciente de Alfagenia me descreveu todos os locais que posteriormente foram confirmados pelo laudo do Médico Legista, dando veracidade ao caso.
Como anteriormente o paciente já havia informado que a vítima às 13 horas teria ido à farmácia comprar um medicamento, o que foi confirmado, pois constava dos autos, continuei na pesquisa perguntando ao paciente, se ele tinha coragem de segurar no braço do criminoso e só soltar quando mandado e após a sua resposta positiva o induzi a voltar para aquela noite do curso e o interroguei. Quando me informaram que o delegado encarregado do crime estava presente como aluno.
Perguntei ao paciente onde ele se encontrava segurando o braço do suspeito, fomos informados que estava em um bar vestido com uma calça jeans e com uma camisa clara e deu o seu nome. Perguntado se podia nos levar à residência dele e informado que podia, fomos até lá e encontramos a esposa do mesmo lavando o passeio com uma mangueira azul vestida com uma blusa avermelhada e de bermuda. Logo após pedimos o endereço da casa e do bar e assim já tínhamos o suspeito e a sua residência.
O Delegado encarregado do caso telefonou para a delegacia e mandou um investigador ir à cata do suspeito e levá-lo para a polícia para ser interrogado, o que foi feito naquela mesma noite onde confessou o crime. Havia bebido muito e queria uma relação extraconjugal, lembrando da moça, pois já havia montado para ela um armário embutido em seu apartamento. Após a confissão, foi julgado e condenado a cumprir vinte anos de prisão pelo crime.





Texto de: Erimá Moreira


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