Prof. Carlos Rosa

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A pedra filosofal 2

 

Que bom que o editor concordou em prosseguirmos com este assunto palpitante.
Vamos começar falando sobre o antagonismo que existe entre a juventude e a velhice. É muito normal ouvirmos as pessoas idosas dizerem: - No meu tempo é que era bom! As crianças brincavam mais, os jovens eram mais educados, não havia tanta violência, não se morria de acidentes de carro, a cultura era mais desenvolvida, hoje as pessoas são grossas, sem educação e não respeitam mais os idosos – entre outras tantas de igual valor.
Se ouvirmos um jovem, provavelmente ele dirá; - O pessoal que já passou dos 50 não está com nada. O mundo evoluiu e eles pararam no tempo. Hoje o computador, o telefone celular e todas as coisas modernas facilitam muito mais a vida das pessoas. Se ficarmos ouvindo os “velhos”, ficaremos como eles: bitolados e presos ao passado atrasado – entre outros de igual valor.
É importante que saibamos que tanto a juventude quanto a velhice não está no corpo, mas na mente de cada um de nós.
Tanto o jovem como o idoso acima tem razão. Mas a coisa é um pouco mais complexa: o que pensarmos que somos, com certeza absoluta assim o será; ou seja, se pensarmos que já estamos ficando velhos e não podemos acompanhar o desenvolvimento dos jovens, é certo que assim será. Porém, se os jovens pensarem que poderão viver sem a experiência dos mais velhos, é bom que reflitam a respeito, pois isso não é possível. O mundo necessita de ambos, jovens e idosos. Mas, porque ficarmos velhos se podemos permanecer jovens?
Eu vou tentar explicar como funciona o cérebro humano, usando um exemplo um tanto esdrúxulo, mas muito natural que acontece à grande maioria dos seres humanos.
Imagine uma criança, de digamos, 14 meses de idade, que já sabe o que é “fazer cocô”. Certo dia, o pai chegando do trabalho vai se aproximar do filho e sente um terrível cheiro de fezes, e chamando a esposa comenta: - Que diabo você deu para este menino comer, urubu assado? Ele fede!
Claro que quando uma criança começa a comer alimentos derivados de animais, estes putrefam nos intestinos e provocam um terrível odor de carne podre – natural.
Acontece que a cena se repete e o cérebro daquela criança assimila o fato e, simplesmente, começa a reter as fezes, pois o papai e a mamãe “não gostam do meu cocô”.
Com o tempo, a criança começa a ficar “enfezada” e durante toda a vida terá graves problemas para defecar, precisando tomar laxantes continuamente.
Em certos momentos da vida, já adulta, essa pessoa “enfezada”, começa a discutir sobre tudo e com todos, ao que leva à normal frase da outra pessoa com a qual discute: “Vá à...!” ou então: “Vá...!”.
Observe amigo ou amiga leitora, que o cérebro nada mais é do que um “computador” que não raciocina nem seleciona, que não discute ordens e que obedece cegamente os seus desejos.
William Shakespeare disse: “O bem e o mal não existem, é o pensamento que os cria”.
A sugestão é uma força difícil de resistir, mas toda pessoa tem o poder de conduzir e reprogramar sua vida conforme desejar. O ser humano, pelo fato de ter liberdade e capacidade de novas opções a cada instante, pode, conseqüentemente, modificar qualquer premonição, por mais que aquilo lhe pareça verdadeiro, como é o caso da pobreza, da velhice, das doenças ou da decrepitude.
No momento em que acreditamos na premonição de que um dia ficaremos velhos e morreremos, estamos dando a outrem o poder de comandar nossa vida. Deixar-se influenciar é aceitar um comando dado por outra pessoa para reger nossa vida. E se você permitir que o seu cérebro aceite essa ordem, vai realmente tornar-se realidade física. Portanto, nunca dê a outrem um poder que é só seu. É você que deve conduzir sua vida conforme sua determinação e não se deixar subordinar pelos fatos aleatórios da vida. Se você acredita numa sugestão negativa dada por alguém, como ter de adoecer e envelhecer, por exemplo, na verdade não é esse alguém que está prejudicando você, é você mesmo que, ao assumir tal sugestão, adotou-a como sua, prejudicando-se, adoecendo, envelhecendo e, por conseguinte, morrendo.
Não acredite num destino fatídico. Você pode modificar o destino a qualquer momento. Acredite que existe uma Sabedoria Infinita dentro de você e invoque-a sempre para que ela o conduza pelo melhor e para o melhor. Imagine-se andando pela vida alegre e feliz e viva a sua vida de forma maravilhosa. Exerça você mesmo esse poder e então estará acima das influências negativas das pessoas. Faça uma limpeza na sua mente. Destrua a ponte que o liga às influências negativas da pobreza, da doença, da velhice e da morte. Assuma você mesmo o comanda do seu barco, pois ninguém quer mais bem a você do que você mesmo. Portanto, ninguém buscará com mais acerto o seu benefício do que você mesmo.
Lembre-se que a corrente positiva e a negativa coexistem. Nada dá certo para quem está mergulhado na corrente negativa e tudo acontece de bem para quem está envolto na corrente positiva. Por isso é necessário fazer uma reprogramação mental, porque o homem é aquilo que pensa.
Pela auto-sugestão positiva você pode determinar quanto tempo quer viver e como! É na mente, no cérebro que residem o Poder Infinito e a Sabedoria Infinita, que agem de acordo com as impressões recebidas de forma marcante e unívoca, transformando as ordens recebidas em realidade física.
Você deve saber que quando a vontade e a imaginação estão em conflito, é sempre a imaginação quem vence. E quando a vontade e a imaginação estão de acordo, multiplica-se o poder e a força tanto da vontade quanto da imaginação. Então o uso da imaginação lhe auxilia a alcançar o que deseja. A imaginação sempre vence a vontade.
Para que você tenha um futuro maravilhoso, basta viver o presente de maneira maravilhosa. Aquilo que você semeia hoje, irá colher amanhã. Plante sucesso, alegria, saúde, juventude, prosperidade, vida eterna. Viva o presente intensamente, com fé e confiança total. Não cultive problemas, doenças, decrepitude, velhice e morte. Negue-os e eles se evaporarão. Defina o que você quer da vida e siga por essa estrada. Você chegará lá com absoluta certeza.
Recorra também à visualização. Visualize-se praticando aquilo que quer ser e que quer ter. Quanto mais claro e vivamente puder imaginar os detalhes, mais profundamente experimentará aquela situação que está determinando à sua mente, ao seu cérebro. Nunca se esqueça que o seu cérebro é seu escravo e faz tudo o que você quer e deseja. Ele não discute, só obedece. Queira viver até os 100, 120, 150 e até 300 anos. Acredite, é possível, só depende de você.
Creio que a dose por este mês já está de bom tamanho. Eu voltarei no mês seguinte.

 

Professor Carlos Rosa: Contato: (11) 5584-7378 





Texto de: Prof. Carlos Rosa


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